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IV Mostra de Samba de Roda acontece na cidade de Saubara

O evento acontece nos dias 21 e 22 de abril de 2018, e contará com diversas ações como: oficinas de samba de roda e samba de coco, rodas de conversas e apresentações públicas de samba de roda e samba de coco.

As oficinas acontecem na sede da Chegança em Saubara e na Casa da Barquinha em Bom Jesus dos Pobres, já as apresentações acontecem na Praça 13 de junho, em Saubara e será aberto ao público.

O evento acontece nos dias 21 e 22 de abril de 2018, e contará com diversas ações como: oficinas de samba de roda e samba de coco, rodas de conversas e apresentações públicas de samba de roda e samba de coco.

As oficinas acontecem na sede da Chegança em Saubara e na Casa da Barquinha em Bom Jesus dos Pobres, já as apresentações acontecem na Praça 13 de junho, em Saubara e será aberto ao público.

O Samba de Roda foi declarado patrimônio imaterial brasileiro pelo IPHAN (2004) e patrimônio imaterial da humanidade pela UNESCO (2005), o que deu início a várias ações de salvaguarda, como a Mostra de Samba de Roda de Saubara. Em Março de 2013, foi realizada a I Mostra do Samba de Roda, onde os grupos de Samba de Roda de Saubara foram os principais dinamizadores deste evento. Em 2014 e 2015 o evento se repetiu, acontecendo assim a II e III Mostra do Samba de Roda, reafirmando a tradição através da difusão e circulação dos saberes dos mestres e mestras.

A IV Mostra de Samba de Roda de Saubara acontece em 2018, tendo como principais elementos dinamizadores, os próprios sambadores e sambadeiras dos grupos de samba de roda da comunidade, de comunidades circunvizinhas (Acupe, Iguape, Teodoro Sampaio e São Braz), além da participação do grupo de Samba de Coco de Pernambuco, fortalecendo o elo dos detentores desses bens imateriais.

 

Clique na imagem para ver a programação completa:

O projeto tem apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretaria da Fazenda, do Centro de Culturas Populares e Identitárias  – CCPI e Secretaria de Cultura da Bahia. Conta ainda com a parceria cultural da Chegança dos Marujos Fragata Brasileira, Rede do Samba de Roda e Associação de Sambadores e Sambadeiras do Estado da Bahia.

Mais Informações: Falar com Eliege (71) 9 8253-2579

1ª Reunião da Rede das Cheganças e Marujadas da Bahia

A Rede das Marujadas e Cheganças, foi formada em 2013 a partir da realização do I Encontro de Cheganças da Bahia, na cidade de Saubara. Na ocasião tivemos a participação dos grupos de Saubara, Jacobina, Cairu, Camaçari e Taperoá. O sucesso do Encontro possibilitou a participação de mais grupos, fortalecendo o movimento cultural dessa manifestação.

Em 2018, a Rede das Marujadas e Cheganças, com o objetivo de fortalecimento e ampliação, inicia as visitações a 13 (treze) grupos de oito comunidades envolvidas na sua Rede (Andaraí, Caravelas, Remanso, Jacobina, Cairu, Taperoá, Camaçari e Saubara) durante o calendário de atividades dos seus grupos.

As ações previstas são contato com as lideranças dos grupos de Cheganças e Marujadas, mobilização das comunidades participantes da Rede, realização de reuniões com os grupos e reunião de ampliação. Durante as ações realizaremos o registro fotográfico, histórico e de depoimentos, além de discutir com as lideranças dentro das “Reuniões das Marujadas” que acontecerão nas cidades de Taperoá, Jacobina e Camaçari as condições para os grupos se auto declararem Pontos de Cultura dentro da política da Lei Cultura Viva e ampliar a Rede através da mobilização e articulação de novos grupos, concluindo o resultado dessas ações na Reunião de Ampliação da Rede de Marujadas na cidade de Saubara/Ba.

A 1ª reunião da Rede acontecerá na cidade de Taperoá, no dia 03 de fevereiro de 2018 e contará com a participação de lideranças dos grupos das cidades de Andaraí, Caravelas, Alcobaça, Jacobina, Cairu, Taperoá, Camaçari e Saubara.

O projeto Rede de Cheganças e Marujadas da Bahia foi aprovado por meio do Edital Cultura de Redes – Fomento a Rede Culturais do Brasil – Categoria Nacional/Regional/2015 e conta com o Apoio Financeiro do Programa Cultura Viva, Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural, Ministério da Cultura e Governo Federal. É executado pela Associação Chegança dos Marujos Fragata Brasileira.

 

Sambadeiras mostram documentário e performance

As sambadeiras de maior referência para o samba do recôncavo da Bahia levam a Maragojipe, Muritiba, Conceição do Almeida e Saubara, entre agosto e novembro de 2017, o documentário Mulheres do Samba de Roda – com direito a roda de conversa após a exibição –, performance musical e exposição do livro que conta um pouco das suas histórias de vida.

A primeira exibição será realizada no dia 19 de agosto (sábado), às 10h, na Casa do Samba Dona Cadú (Maragojipe), com mediação da cantora Clécia Queiroz. A partir daí, a mostra segue até novembro, sendo uma cidade visitada a cada mês:  Muritiba (23/09), Conceição do Almeida (21/10) e Saubara (25/11).

Foram selecionadas 16 mestras de 15 localidades baianas (Acupe, Bom Jesus dos Pobres, Cachoeira, Camaçari, Ilha de Vera Cruz, Feira de Santana, Irará, Maragojipe, Santo Amaro, São Francisco do Conde, Saubara, Simões Filho, Teodoro Sampaio, Conceição do Almeida e Cruz das Almas).

No documentário, Cd e livro – produzidos em 2015 – elas contam suas histórias de vida e interpretam, pela primeira vez, sambas favoritos. As obras, em seu conjunto, demonstram a ampla inserção social das sambadeiras. Retratam seus saberes e protagonismo no enfrentamento de toda forma de violência contra a mulher e a conquista do direito de se expressar, de ter renda própria, saúde, educação.

São marisqueiras, agricultoras, comerciantes. Mulheres que imprimiram sua marca na estética e na política da cultura popular do recôncavo, por meio do samba e de manifestações culturais como os ternos de reis, terno do acarajé, cheganças, maculelê, capoeira, ranchos, candomblé entre outras.

Para a coordenadora do projeto, Luciana Barreto, registrar e fazer circular esses conhecimentos, permite o aprendizado de práticas e saberes populares de matriz africana, além de sua permanência e transformação no seio da comunidade afrodescendente de sambadores e sambadeiras. “As mulheres sambadeiras têm um entendimento amplo da vida, não se prendem ao sambar. Elas nos surpreendem com seus depoimentos sobre os mais diversos temas em pauta na sociedade”, diz Luciana.

O Projeto Circulando com as Mulheres do Samba é realizado por meio da parceria cultural da Rede do Samba de Roda do Recôncavo Baiano, Associação dos Sambadores e Sambadeiras do Recôncavo da Bahia e Associação Chegança dos Marujos Fragata Brasileira. Tem apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura do Estado da Bahia, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, por meio do Edital 24/2016 Territórios Culturais.

PROGRAMAÇÃO – Circulando com as Mulheres do Samba de Roda

AGOSTO: 19/08, 10h, Casa do Samba Dona Cadú, Lançamento do Projeto em Maragojipe

SETEMBRO: 23/09, 10h, Associação Educacional e Musical 5 de Março, Muritiba

OUTUBRO: 21/10, 10h, Associação Cultural Dr. José Joaquim de Almeida, Conceição do Almeida

NOVEMBRO: 25/11, 10h, Associação Cultural Fragata Brasileira, Encerramento em Saubara